(..) Hoje estou melancólica e suspirosa, choveu muito e a água invadiu o porão, lembranças,
boiam na enxurrada a caminho do rio.
Deixo que naveguem, pois não as perderei.
O rio é dentro de mim....
Primeiramente a música Negro Amor não é dos Engenheiros do Hawaii e sim de Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti. Mas não é só isso! Negro Amor é uma versão da música It's all over now, baby blue do Bob Dylan. Portanto essa não é uma análise simples. Analisar o Humberto já é uma missão difícil e analisar Caetano, Péricles C. e Dylan? Bom, mesmo assim eu tentei :P Vale lembrar que além dos Engenheiros do Hawaii outros interpretaram essa complexa canção, entre os mais conhecidos temos Gal Costa e Zé Ramalho Vá, se mande, junte tudo que você puder levar, ande, tudo que parece seu é bom que agarre já Acredito que após o fim conturbado de um relacionamento, o personagem principal aparenta está sob efeito emocional de muita raiva. Ele (Dessa vez vamos tratar como um homem sendo o protagonista da história) ordena que sua parceira pegue todas as suas coisas e vá embora. Tudo de material que ela quiser guardar é bom que leve logo, afinal se não fizer não durará muito tempo no local que...
Azorrague (em latim: flagrum ), termo de origem controversa, é sinônimo de açoite, espécie de chicote ou látego usado para a aplicação de flagelo em condenados. Por causar lesões muito sérias, o uso do azorrague foi abandonado há vários séculos. Na Roma Antiga O azorrague era um instrumento de tortura comum na Roma Antiga, usado pelos soldados, para supliciar os condenados. Era composto por oito tiras de couro que, em cada ponta, possuía um instrumento perfuro cortante, ou um pedaço de osso de carneiro. Tinha seu uso aplicado como pena subsidiária, em alguns casos, onde o condenado à morte deveria sofrer o castigo físico em público antes de ser executado. No Brasil Usado para punir escravos, com lanças cortantes que eram atiradas em escravos com força, deixando cicatrizes em seu corpo, Também nas mãos dos senhores de escravos foi um instrumento muito cruel. Eternizado não somente para próximas gerações em museus, ma...
Já ouviste falar em oquidão? Sim é um fenômeno mais ou menos conhecido, mas que gera certa confusão. A oquidão nasce de um esforço exagerado, de encontrar palavras. O excesso de enfase nas palavras dá rouquidão. Mas a aventura de encontrar o não dito dá oquidão, retumba e não sai, não há ressonância. Depois de instalada a oquidão, esse oco sem expressão, resta apenas o gesto. Simplesmente isso....
Comentários
Postar um comentário